
Os SSDs ou unidades de estado sólido, têm esse nome por não contarem com partes móveis.Embora o desenvolvimento desse tipo de memória não-volátil ter sido iniciada nos anos 1970 (na forma das boas e velhas EEPROMs), os primeiros SSDs para uso por usuários comuns e empresas chegaram ao mercado nos anos 2000. A principal diferença para o HD tradicional é que o SSD é mais rápido. Um SSD armazena dados em células de memória Flash, as mesmas presentes em smartphones e tablets. Cada célula é formada por um controlador, o responsável por fazer a comunicação com o computador, e um transístor de porta flutuante, ou floating gate, que é o que armazena os dados.
Quando uma carga elétrica é aplicada no controlador, a tensão empurra alguns elétrons para o floating gate, onde permanecem por conta de duas camadas de óxido de silício, com carga negativa, que isolam o circuito. É assim que os dados são escritos, e podem ser lidos várias vezes, enquanto uma nova carga não for aplicada.
Velocidade: as velocidades médias de escrita e gravação de um SSD são bem mais altas que as de um HD, sendo eles ótimas alternativas como unidades onde o sistema operacional e programas são instalados;
Resistência: por não ter partes móveis, um SSD é menos propenso a danos de manuseio que um HD tradicional.
Preço: o preço por gigabyte de um SSD é bem maior do que o de um HD; em média, pelo mesmo valor de um HD de 1 TB, é possível comprar um SSD de no máximo 250 GB;
Vida útil: com o tempo, o floating gate vai perdendo sua capacidade de reter cargas, e por isso, a vida útil de um SSD tende a ser bem menor que a de um HD tradicional.


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